Todos Los Tipos de Niilismo de Friedrico Nietzsche

Niilismo – Abandonando Valores e Conhecimento

O nome Niilismo se origina da raiz latina nihil e significa nada, ou aquilo que não existe. Esta mesma raiz é encontrada no verbo “aniquilar” – trazer a nada, destruir completamente. Niilismo é a crença que:

  • rotula todos os valores como inúteis, portanto, nada pode ser conhecido ou comunicado.
  • associa-se com extremo pessimismo e ceticismo radical, sem lealdades.

Além da trivialidade do niilismo, há Alguém que é maior do que a descrença; Aquele que tocou a humanidade (1 João 5:20) e nos assegura que nossas vidas não são sem sentido (Atos 17:24-28).O filósofo alemão Friedrich Nietzsche (1844-1900) é mais frequentemente associado com o niilismo. Em Will to Power [notas 1883-1888], ele escreve: “Toda crença, toda consideração de algo como sendo verdadeiro, é necessariamente falsa porque simplesmente não há mundo real.” Para Nietzsche, não há ordem objetiva ou estrutura do mundo, exceto o que lhe damos. O objetivo do niilismo se manifesta em várias perspectivas:

  • Niilismo epistemológico nega a possibilidade do conhecimento e da verdade e está ligado ao extremo ceticismo.
  • Niilismo político defende a destruição prévia de todas as existentes ordens políticas, sociais e religiosas como um pré-requisito para qualquer melhoria futura.
  • Niilismo ético (niilismo moral) rejeita a possibilidade de valores absolutos morais ou éticos. O bem e o mal são vagos, e os valores relacionados são simplesmente o resultado de pressões sociais e emocionais.
  • Niilismo existencial, a visão mais conhecida, afirma que a vida não tem nenhum significado ou valor intrínseco.

Niilismo – Um Mundo sem Sentido

Macbeth de Shakespeare resume eloquentemente a perspectiva do niilismo existencial, menosprezando a vida:

Apaga, apaga, vela breve! A vida é só uma sombra móvel. Pobre ator Que freme e treme o seu papel no palco E logo sai de cena. Um conto tonto Dito por um idiota, cheio de som e fúria, significando nada.

As previsões dos filósofos do impacto do niilismo na sociedade são sombrias. O existencialista Albert Camus (1913-1960) rotulou o niilismo como o problema mais preocupante do século 20. Sua obra, The Rebel1, pinta um quadro assustador de “como o colapso metafísico muitas vezes termina em negação total e com a vitória do niilismo, caracterizado por profundo ódio, destruição patológica e morte incalculável.” A obra de Helmut Thielicke, intitulada Nihilism: Its Origin and Nature, with a Christian Answer2, adverte: “O niilismo literalmente tem apenas uma verdade para declarar, ou seja, que em última instância, o nada prevalece e o mundo é sem sentido.”

Niilismo – Além do Nada

Niilismo – escolher acreditar no nada – envolve um alto preço. Um indivíduo pode escolher “sentir” ao invés de pensar, exercer a sua “vontade de poder” ao invés de orar, dar graças ou obedecer a Deus. Depois de uma impressionante carreira de criatividade literária e filosófica, Friedrich Nietzsche perdeu todo o controle de suas faculdades mentais. Ao ver um cavalo maltratado, ele começou a soluçar incontrolavelmente e caiu em um estado catatônico. Nietzsche morreu no dia 25 de agosto de 1900, diagnosticado como totalmente insano. Apesar de dizer Sim à “vida” mas Não para Deus, o profeta do niilismo perdeu ambos.

 

Camus, Albert, The Rebel: An Essay on Man in Revolt, Random House, Inc., Nova Iorque, 1991.

Thielicke, Helmut, Nihilism: Its Origin and Nature, with a Christian Answer, Greenwood Press Reprint, Westport, CT, 1969.

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